A sua empresa utiliza newsletters para chegar aos (potenciais) clientes?

  • Sim
  • Não
  • Mais ou menos

Em qualquer um dos casos, saiba que pode (e deve) fazer mais e melhor. Hoje em dia, as famosas plataformas multicanal, como o e-goi ou o mailchimp facilitam (em muito) o trabalho desenvolvido em torno desta temática. Ao seguir as sugestões dadas pelas mesmas, será “obrigado” a cumprir uma série de boas práticas, algumas delas de carácter legal: identificar corretamente o remetente da newsletter, indicar sempre o link para que o receptor possa cancelar o recebimento, etc.

Em todo o caso, deix0 6 cuidados básicos a ter, aquando do lançamento da sua newsletter:

1. Prepare a landing page

Costumo dizer que uma boa newsletter que não leve a um sítio interessante (falo dos links da mesma) é como uma boa montra numa loja, que ela própria não seja assim não tão boa. Em ambos os casos, estamos a atrair clientes para depois não lhes darmos nada em troca… Portanto, se uma newsletter é acerca de determinado produto, certifique-se de que quem lhe der o privilégio de clicar, vá ter ao sítio certo.

2. Tenha cuidado com a escolha do assunto

Todos sabemos como somos “inundados” de e-mails promocionais. Portanto, como nos diferenciarmos no meio do “barulho”, em prol de uma maior taxa de abertura? Sermos agressivos comercialmente e prometermos “este mundo e o outro”? Errado! É certo que temos que ter algum apelo à ação no assunto da peça, mas não o podemos confundir com um “reclame”. Há que evitar palavras e expressões completamente gastas, tais como “grátis”, “abra já”, etc.

3. Segmente os seus envios

Este é o principal motivo pelo qual deve ter uma base de dados (mailing list) o mais completa possível. As possibilidades são muitas: possui o intervalo de idades dos destinatários? Pode enviar mensagens com “tu” e “você”; clientes empresariais ou pessoais? Pode diferenciar a comunicação B2C e B2B, etc., etc.

4. Use um e-mail com o seu domínio

Qualquer plataforma de gestão de newsletters o desencoraja a não usar e-mails “banais”, nomeadamente um conta de Gmail. É verdade que (ainda) nem todos os micro negócios dispõem do seu próprio site. Caso o tenha, não hesite em usar o seu próprio domínio, tipo geral@exemplo.pt. É meio caminho andado para que as suas newsletters não sejam catalogadas como SPAM.

5. Estabeleça e vigie os seus objetivos

Se não decidimos para onde vamos, nunca saberemos se chegámos ao nosso objetivo. Uma das grandes vantagens do uso das plataformas é precisamente as denominadas insights, isto é, as estatísticas que nos indicam quantas pessoas abriram a newsletter, quantas clicaram, etc. Farto-me de dizer que, no marketing digital, não há “corta-matos” e muito menos fórmulas mágicas. Portanto, não há outro remédio que não experimentar, medir, alterar, voltar a medir, voltar a alterar, …

6. Cumpra a lei e a ética

Por muito tentador que seja (acredite, eu sei), não ceda ao uso de bases de dados que não sejam suas, não deixe de cumprir os requisitos de opt-in/opt-out, e por aí fora… Lembre-se que apenas pode enviar newsletters a quem lhe deu autorização para tal. Claro que há várias formas de o fazer, umas mais astutas que as outras…

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